Luis Filipe da Silva Portas de Ibérico Nogueira
Quero ir ao espaço para o assimilar, uma vez que já o vivo diariamente.
Antes de mais trabalho com espaço, todos os dias. Desenho espaço, altero espaço e penso espaço. Imagino espaço em 3d, tento recriá-lo com software, altero-o informaticamente, e no final construo-o para outros o habitarem. Sinto o espaço nos ossos. Sonho com espaço. Preciso dele para sobreviver.
Para gerar espaço no nosso planeta, sou obrigado a usar matéria, carbono, para o conter e moldar.
Para melhorar, preciso de açambarcar a essência do nada, do vazio.
Já me preparo para um passeio espacial desde criança, sempre com um espírito crítico baseado em tentativa|erro. Sempre saltei de grandes alturas para estudar a gravidade em primeira mão (nunca com bons resultados e sempre com joelhos esfolados). Sempre tentei estar na vanguarda dos combustíveis alternativos (embora consiga fazer o meu carro produzir hidrogénio, parece-me agora difícil que o consiga fazer movimentar-se). Sempre me interessei por tudo (inclusive por nada em particular).
Para gerar espaço no nosso planeta, sou obrigado a usar matéria, carbono, para o conter e moldar.
Para melhorar, preciso de açambarcar a essência do nada, do vazio.
Já me preparo para um passeio espacial desde criança, sempre com um espírito crítico baseado em tentativa|erro. Sempre saltei de grandes alturas para estudar a gravidade em primeira mão (nunca com bons resultados e sempre com joelhos esfolados). Sempre tentei estar na vanguarda dos combustíveis alternativos (embora consiga fazer o meu carro produzir hidrogénio, parece-me agora difícil que o consiga fazer movimentar-se). Sempre me interessei por tudo (inclusive por nada em particular).